O namoro acabou e agora?

outubro 15, 2007

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A pessoa inconformada com a situação, pode até fazer promessas de ser diferente, numa tentativa de recuperar ou remendar o compromisso por mais um período.

No namoro, depois de algum tempo, é possível avaliar melhor o que realmente se espera do relacionamento. Algumas vezes, depois dessa avaliação, em razão dos motivos, os quais somente o casal tem suas justificativas, o namoro termina. Mesmo que não tenha dado certo, muitas outras coisas terão valido como experiência de vida.
Com o rompimento do relacionamento o que se pode fazer? leia mais


No Caminho do Namoro

agosto 16, 2007

6541txt.jpgNamoro é um saudável momento em que nos colocamos a conhecer e a sermos conhecidos. De repente, percebemos uma maior necessidade de partilhar as coisas simples de nossos dias, nossas atividades, nossos sentimentos, as alegrias e até mesmo nossas dificuldades e tristezas com alguém. Aprendemos nessa fase a viver as primeiras experiências do convívio a dois. leia mais


Quem vê cara não vê coração

maio 27, 2007

5721txt.jpgQueremos viver a sinceridade em todas as esferas de nossos relacionamentos, mas, algumas vezes, vivemos alguns dissabores. A decepção amargará nossa vida, especialmente, quando deparamos com a realidade de alguém não corresponder com aquilo que realmente esperávamos, seja em nossas amizades seja em nossos relacionamentos amorosos.


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Sabemos que nenhum ser humano é perfeito, assim, não estamos isentos de experimentar e viver os resultados de suas imperfeições dentro de nossos convívios. Não deveríamos nos surpreender quando defrontamos com algumas delas [imperfeições], pois da mesma maneira, reconhecemos outras em nós mesmos.

Quando começam a aparecer as diferenças de comportamento num relacionamento, surgem também os conflitos. E, muitas vezes, nós caímos na tentação de dizer que “fulano” está colocando as “garras para fora”; isto é, está manifestando aquilo que realmente o é.

Nossos convívios poderão se tornar difíceis ou insuportáveis quando a mentira e as dissimulações começarem a fazer parte do cotidiano; especialmente se essas situações acontecerem num namoro. Por isso, a importância de uma observância maior será sempre útil, antes de qualquer atitude mais profunda para um relacionamento.

A sensação de ter sido enganado ou de alguém estar brincado com os nossos sentimentos pode, muitas vezes, nos causar repulsa quando percebemos que aquela pessoa, que antes parecia tão atenciosa, se mostra oportunista ou quando aquele que nos parecia meigo, em outro momento, revela-se ardiloso. Por essa razão, seria mais prudente se antes de nos envolvermos com determinada pessoa, tivéssemos acesso às suas características, tal como encontramos nos aparelhos eletrônicos; mas ninguém traz marcado na fronte um manual de instrução. Se, por um lado, não podemos ter acesso a esse “manual”, por outro, temos a oportunidade de conhecer, antecipadamente, um pouco mais sobre a pessoa com quem estamos nos relacionando, procurando saber de sua história e observando seu comportamento.

Ao contrário do que possa parecer, não se trata de fazer um pré-julgamento de alguém – simplesmente a partir dos comentários ouvidos, mas de se considerar, com cautela, o que pode ser verdade ou não a respeito deste. Sabemos que é durante o convívio na amizade que começamos a conhecer  a índole de alguém. Entendo que muitas pessoas se empenham no desejo de romper as barreiras de suas imperfeições; entretanto, outras parecem estar acomodadas em seus defeitos – não optando pela própria mudança de vida. Somente poderemos alcançar os benefícios em nossos relacionamentos quando estes estiverem fundamentados nos desejos mútuos e na verdade.

Para não sermos confundidos em nossos sentimentos, precisaremos equilibrar nossas emoções com “pitadas” de racionalidade para que não corramos o risco de viver maiores decepções. Como dizem os mais velhos: “Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém!”

Abraços.

Dado Moura

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Da paquera à traição

abril 30, 2007

paquera.jpgPensar na possibilidade de que a pessoa com quem nos relacionamos está vivendo um “affair” pode nos causar calafrios na espinha. Ainda que seja apenas uma piscadinha ou uma olhadinha, isso não deve ter espaço dentro da relação compromissada entre os casais; sejam eles casados ou namorados. Facilmente, um ato aparentemente inocente, pode favorecer uma atmosfera para se iniciar a traição, se a outra pessoa corresponder favoravelmente à primeira atitude.

O sentimento de “ainda provocar suspiros” pode estimular tanto homens como mulheres, fazendo com que se sintam atraentes, charmosos, bonitos e até pensar que mantêm ainda latente a arte do encantamento.


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Ninguém está totalmente imune a essas tentações relacionadas com o sexo oposto. “Quem brinca com fogo pode se queimar” já diz o ditado popular. A imunidade contra este mal não existe, por isso, se um “dragão de sete cabeças” estiver rondando nossos relacionamentos, será necessário não alimentar qualquer tipo de atitude que possa fortalecer suas forças destruidoras. Infelizmente, sabemos de pessoas que estão cultivando esse tipo de “monstro”, ainda que seja um “filhote”, aparentemente inofensivo. Contudo, devemos considerar que este crescerá ao ritmo das paixões desenfreadas.

Quando decidimos viver um relacionamento, assumimos vive-lo sob os mesmos laços de sentimentos. Estamos diretamente ligados e comprometidos por meio da confiança e do respeito mútuo. Qualquer pensamento ou atitude que fira os laços de compromissos, provocará um grande desconforto e abalará nossas estruturas.

Se uma crise pode abalar casais de namorados quando estes vivem tal situação, imaginemos quais seriam seus efeitos na vida conjugal, em que os laços de confiança, respeito e responsabilidade não se limitam apenas entre o casal, mas se estendem até os filhos.

Se houver a confirmação de uma relação extraconjugal, ficamos a imaginar em que poderíamos ter errado, no que estamos falhando, o que fulano (a) tem que atrai nosso (a) cônjuge, etc. Ainda neste “caldeirão” de sentimentos feridos e de ciúme, pensamos na vergonha e como enfrentaremos a situação diante dos filhos, da família, amigos e de todos aqueles que fazem parte do nosso círculo de amizade.

Crises e dificuldades vividas ao longo da vida conjugal não são poucas e tampouco deixarão de existir. Talvez, sejam inúmeras as justificativas que poderíamos discorrer na tentativa de justificar um ato de adultério, mas antes que isso aconteça, melhor seria ressaltar aqueles motivos que nos imbuiu a viver uma vida a dois, os quais, foram ratificados pelo sacramento do matrimônio. Entretanto, sem o desejo de revitalizar os laços conjugais na sua plenitude, a busca por uma realização fora do casamento, puramente por prazer ou fuga, se tornará uma busca interminável.

A superação de cada momento de crise acontecerá quando ambos assumirem que há um Deus apaixonado por cada um deles e que por Sua vontade os uniu em corpo e alma. A beleza dos frutos desse sacramento está na força restauradora que revitaliza os casais de coragem e atualiza suas consciências a respeito dos projetos que têm a realizar na vida conjugal.

Ainda que haja, numa relação extraconjugal, a aparente união física na intimidade entre quatro paredes, não haverá e nem terá como acontecer a celebração da comunhão de corpo e alma, que alegra o espírito.

Deus nos abençoe.

Dado Moura


Será que estou apaixonado?

dezembro 17, 2006

rosa.jpgEssa descoberta nos estimula a trabalhar em nossas diferenças a fim de minimizar os conflitos e promover a harmonia em nossos namoros e vida a dois.

Sabemos que os dedos das mãos não são iguais. Tal como os dedos de nossas mãos, somos também diferentes uns dos outros. Temos personalidade própria, hábitos e costumes distintos e de repente nos vemos envolvido com uma outra pessoa, rica em peculiaridades e diferenças. leia mais


Quando é namoro ou amizade?

dezembro 11, 2006

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como podemos identificar se é namoro ou amizade?

O homem não nasceu para viver isolado. Disso sabemos e inclusive estudamos na escola a importância dos nossos relacionamentos. Poderíamos dizer que a amizade entre as pessoas fundamenta-se nos encontros de suas necessidades diversas e em suas descobertas conjuntas baseadas na lealdade e no comprometimento de ambas as partes.

Ainda quando estávamos dentro do convívio familiar, nossos abraços, beijos e outras manifestações de carinho tinham uma conotação fraterna. Num convívio social mais abrangente vivemos uma outra dimensão na qual continuamos a ser fraternos, mas com pessoas que não tínhamos convivido anteriormente.

A preocupação e o carinho recebido por parte de nossos amigos, poderiam facilmente ofuscar nossa visão, a ponto de acharmos estar apaixonado ou viver um outro tipo de amor, platônico ou não, por esta pessoa. Mas, se um namoro começa a partir de uma amizade verdadeira, como podemos identificar se o nosso abraço está ganhando um sabor diferenciado? Poderia aquele(a) amigo(a) ser um(a) futuro(a) namorado(a)?

Do convívio de amigos de longo tempo e da admiração por suas qualidades, da maneira de pensar,etc. a pessoa pode pensar ter encontrado a sua cara-metade.
Assim como o valor de um diamante se concentra na ausência de impurezas, nossos sentimentos, da mesma forma precisam ser trabalhados, a fim de identificar e eliminar as impurezas que podemos colocar, quando nos sentimos perdidos no “oceano” de nossas carências.

Algumas vezes, podemos projetar no amigo a necessidade de proteção ou de cuidados que não foram recebidos. Outras pessoas veem uma oportunidade para cura de suas frustrações, medos ou inseguranças… Considerando a possibilidade de viver a mudança de uma amizade para um namoro, este será o momento propício para investir ainda mais na amizade no sentido de buscar respostas para perguntas como:

O que me faz ver essa pessoa como um namorado?
Que sinais eu percebo nessa pessoa, e que vejo a possibilidade de crescimento numa vida a dois?
Que hábitos ou costumes a pessoa traz, os quais não compartilho e que exigirá disposição para mudanças?
Essas e outras perguntas precisarão encontrar respostas que consideramos relevantes para a nossa felicidade. Pois nesse tempo de pesquisa, pode-se constatar que a admiração que se tinha, o sentimento de cumplicidade, a compatibilidade de ideias, não desapareceram mas o sentimento para algo além da amizade, que se pensava existir, já não se encontra mais.

Sem atropelos, e na maturidade da afetividade, devemos nos colocar predispostos a viver esse tempo de conhecimento recíproco sem antecipar experiências, impulsionados por carências e desejos desenfreados, o que poderia, tão somente, esvaziar o puro relacionamento de amizade que existia.

Um abraço

Dado Moura

(texto extraído do livro do mesmo autor: Relações sadias, laços duradouros)