Relacionamentos Dado Moura

Dado Moura traz reflexões sobre amizade, namoro, casamento com dicas comuns para viver bem as nossas relações sociais
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A amizade que subtrai

abril 4, 2008

9311txt.jpgNão são poucos os casos que encontramos de pessoas solteiras ou até mesmo casadas que se envolvem em relações paralelas.

As amizades com o sexo oposto – quando não trabalhadas de maneira equilibrada – podem colocar em risco outros relacionamentos. Dependendo do tipo de vínculo que se estabelece com alguém, as partilhas e confidências tendem a levar a amizade para uma esfera de maior proximidade entre as pessoas. Assim, não será difícil retribuir, tamanha atenção, com outros gestos de carinho. leia mais

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Escrito por Dado Moura


Orgulho, o arquiinimigo do perdão

janeiro 17, 2008

orgulho reconhecer o erro Aquele, que errou hoje, poderá ser você amanhã…

Quem já não – ao ser tomado pelo ímpeto e na certeza de estar fazendo a coisa certa – feriu aquela pessoa com quem se convive? Seja numa resposta “atravessada” ou numa atitude grosseira contribuímos de alguma forma com a divisão ou o isolamento das amizades. Passado algum tempo, já com a “cabeça fria”, percebemos que procedemos de maneira equivocada – ferindo pessoas ou até mesmo nos ferindo. leia mais

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Escrito por Dado Moura


O momento para se falar a verdade

março 28, 2007

momento pra falar a verdadeFalar a verdade, muitas vezes, pode estar fundamentado na própria necessidade de desabafar, de jogar para fora o que está nos incomodando, ao invés de favorecer o crescimento

Todos nós temos a liberdade de falar o que pensamos e sentimos. No entanto, falar abertamente, na franqueza dos nossos sentimentos a respeito de alguma coisa, muitas vezes, pode causar um efeito contrário ao pretendido. A “verdade” que procuramos cultivar como virtude poderá ser classificada como uma atitude de grosseria ou parecer como um terrível ato de má educação no conceito da outra pessoa.

Todos nós temos o direito de expressar nossos sentimentos sobre um fato, porém, isso poderá resultar em situações pouco salutares aos nossos relacionamentos, principalmente quando faltarem a sabedoria e o discernimento para identificarmos “como” e o “melhor momento” de fazê-lo.

Quantas amizades, casamentos e outros tipos de relacionamentos esfriaram em função da franqueza aplicada ao modo de falar. Não é de interesse de ninguém viver mascarando seus verdadeiros pensamentos e opiniões sobre o que tem experimentado dentro do seu convívio. Entretanto, não nos estão reservados, com exclusividade, a situação e o momento que achamos ser os mais apropriados para se falar.

Muitas pessoas – ao viverem um acesso de descontentamento, e lançando mão do “direito” da franqueza – se permitem traduzir em palavras, com pitadas de raiva e frustração, suas impressões. Em outras ocasiões, enumeram uma lista de faltas sobre aquele que julgam não proceder a seu contento. Nesse momento, quase que em uma posição de desafio, firmam opiniões, – não querendo saber se o que têm a dizer é de interesse de uma platéia –, e acabam expondo e diminuindo aquele a quem consideram amigo.

Quais seriam os procedimentos elementares que deveríamos adotar quando estamos exercitando a liberdade de expressão?

Falar a verdade, muitas vezes, pode estar fundamentado na própria necessidade de desabafar, de jogar para fora o que está nos incomodando, ao invés de favorecer o crescimento da outra pessoa, através da advertência mas sem ofensas.

A verdade, que achamos necessário ser expressa, precisa – de antemão– , convencer e não ofender o nosso próximo, pois, por si só ela já desconcerta aquele que acreditava estar vivendo retamente. Se quisermos apresentar de forma franca nossa opinião, com o objetivo de trazer uma nova possibilidade de entendimento, de ensinar ou até mesmo de advertir alguém, “a sabedoria de um ancião” deverá controlar o ímpeto de um coração ávido do desejo de consertar o mundo.

Longe de se estabelecer uma técnica de observância para o melhor momento de se falar a verdade, está a necessidade de se apurar a sensibilidade para aplicar, – também nas palavras –, a prática do amor e da caridade. Isso não isenta os mais idosos, tampouco aqueles, que devido ao longo tempo de convivência, possam ter adquirido a falsa impressão de ter alcançado o direito de exprimir tudo o que pensam sobre os demais.

Em nome da sinceridade, que consideramos ser justa, podemos matar a possibilidade de alargar as fronteiras e de aprofundar nossas experiências de amizade.

Um abraço

Dado Moura

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Escrito por Dado Moura


Os conflitos e discussões conjugais

março 7, 2007

conflitos.jpgOs conflitos e as discussões em nossos relacionamentos são inevitáveis. Para confirmar esta verdade não se necessita ser nenhum “expert” no assunto. Já presenciamos esses momentos até entre pessoas que vivem uma relação de forte romantismo. Entretanto, a maneira como lidamos com essas situações é que poderá sinalizar as conseqüências e o futuro das passageiras desavenças dentro da vida conjugal.

Ninguém – tomado pelo calor de uma situação estressante – poderia no auge de uma discussão externar ao cônjuge palavras de estímulo, como por exemplo: “Você é uma pessoa com grandes qualidades, inteligente, sagaz, intrépida…” Pelo contrário, mesmo que a pessoa tenha todas essas qualidades, essas virtudes seriam afogadas no mar de palavras pejorativas em tais momentos.

Se não estivermos atentos, esses momentos conflituosos poderão se tornar um verdadeiro campeonato para ver quem consegue ser mais hostil àquele com quem se relaciona. Muitas vezes, tais discussões têm início com uma conversa aparentemente sem relevância, contudo, dentro do casamento, não é raro saber que muitas dessas controvérsias resultaram em atitudes abusivas em que a agressão física foi aplicada na tentativa de se estabelecer a razão.

Conhecendo as conseqüências da agressividade, é necessário lembrar e priorizar o respeito merecido pela pessoa com quem se convive, especialmente, quando se está tomado pelo estresse; pois as seqüelas de uma discussão mal administrada poderão trazer profundas feridas para a continuidade de um sadio relacionamento entre o casal.

As dificuldades financeiras e os desafios enfrentados dentro da vida familiar são os temas mais atualizados nas conversas conjugais; entretanto, o casal pouco fala de si próprio. Sem perceber, mesmo nos momentos em que os dois estão a sós, o teor da conversa esbarra frequentemente nos problemas e raramente sobre a importância da presença do outro, de modo a propiciar o namoro por meio das palavras, das manifestações de carinho, como o abraço. Conversas propriamente relacionadas à vida do casal e que poderiam estimular o entrosamento conjugal são muitas vezes esquecidas. E devido a esse distanciamento, pouco a pouco os cônjuges começam a se tornarem estranhos ou independentes dentro de um relacionamento em que a vida comum e solidária é o fundamento dessa relação.

A disposição para a retomada do diálogo – tal como se vivia na época do namoro – pode evitar muitas futuras desavenças. Em outras ocasiões, ceder ao sacrifício, abrindo mão de nossas “pequenas riquezas”, poderá ser um ato de bravura no momento da discussão, mas acredito que o desejo de se moldar às exigências conjugais é a principal atitude para que se consiga minimizar os conflitos.

Seria uma grande utopia acreditar que em nossos relacionamentos não teríamos discussões e desavenças. Sabemos que o casamento não aconteceu apenas naquele dia em que decidimos viver juntos, diante do sacerdote, mas se atualiza a cada novo dia, tendo como bagagem as experiências de todos os outros dias transcorridos, que marcaram vitórias sobre as dificuldades na companhia do cônjuge.

Deus abençoe

Dado Moura

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