Será que estou apaixonado?

dezembro 17, 2006

rosa.jpgEssa descoberta nos estimula a trabalhar em nossas diferenças a fim de minimizar os conflitos e promover a harmonia em nossos namoros e vida a dois.

Sabemos que os dedos das mãos não são iguais. Tal como os dedos de nossas mãos, somos também diferentes uns dos outros. Temos personalidade própria, hábitos e costumes distintos e de repente nos vemos envolvido com uma outra pessoa, rica em peculiaridades e diferenças. leia mais


Quando o amor parece esfriar

novembro 13, 2006

Costuma-se dizer, maldosamente, que o “açúcar do confeito” acabou.

Existem algumas características comuns que percebemos nos namoros, como por exemplo, o romantismo, o zelo e a delicadeza pelo(a) amado(a). Nisso também está o anseio pelo momento do encontro. As meninas capricham na aparência, demandando um tempo maior em frente ao espelho. Elas não se incomodam em gastar a tarde, penteando ou esticando os cabelos nas ‘chapinhas’ ou provando vários pares de roupas, sapatos, além é claro, do perfume para a hora do encontro. leia mais


Minha filha se apaixonou

outubro 6, 2006

minhafilha.jpgNum piscar de olhos, nossas crianças se transformaram em adultos. As conversas na cozinha já não são mais sobre os “causos” da escola, ou do trabalho, mas dos interesses e das atenções que “determinada pessoa” exerce sobre nossas “crianças”. Basta apenas se encontrarem com o “felizardo” que todo o ar existente na atmosfera parece desaparecer.

Depois de se enfrentar uma verdadeira bateria de “provas de espera”, de “achômetros” e orações, felizmente tem-se definido aquele com quem se gostaria de viver a experiência do namoro!
Pensando ter acertado na escolha, esbarra-se noutro detalhe “nevrálgico”: a apresentação para a família. Nesses momentos, muitos se questionam: “Meus pais precisam saber que estou namorando!?”


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Longe de uma formalidade ou da prática de um hábito, queremos a bênção de nossos pais em tudo o que estamos empreendendo, buscando a parceria e o apoio daqueles que sempre estiveram ao nosso lado e nos ajudaram.
Nessa altura, os pais já perceberam que o seu “bebê” cresceu…

Certamente, muitos questionamentos habitam a mente dos progenitores, tais como: “E se a aparência do pretendente ou o seu modo de se vestir não vier ao encontro de nossas expectativas?” “Qual será sua verdadeira intenção?” Será que ele trabalha?” “É uma pessoa responsável?” “E quanto à sua espiritualidade e idoneidade?”
“Ele manifesta zelo e preocupação para com o nosso ‘tesouro’?”

Essas e muitas outras considerações, acredito que sejam tão delicadas para o filho enamorado recebê-las, quanto para os pais apaixonados avaliarem.
Por outro lado, se os filhos investirem na auto-afirmação, poderão colocar em risco a liberdade de viver o momento de namoro. E vivê-lo às escondidas não traria benefício algum.

Por mais ciumentos que nós, pais, possamos ser, vale a pena acreditar na educação investida em nossos filhos. Uma “ditadura paternalista” pode colocar em risco a cumplicidade existente entre pais e filhos. Mesmo percebendo que nosso coração de “pai coruja” possa sofrer com as decepções dos enamorados, precisaremos deixar que os nossos “tesouros” exercitem a responsabilidade conquistada, valorizando os princípios familiares impressos em suas vidas.

Vale a pena considerar que as grandes e acertadas decisões se conquistam a partir da partilha e da transparência sincera entre as partes envolvidas.