Relações sadias, laços duradouros

novembro 12, 2010

relacionamento sadio

O livro aborda as diferentes fases dos relacionamentos, desde as amizades até o casamento

Viver a harmonia em nossos relacionamentos é um desafio que não nos faz derrotados, mas tende a nos capacitar no crescimento e na habilidade dentro do convívio.
Em nossas experiências de convívio, encontraremos pessoas com diferentes tipos de temperamentos que poderão ser, algumas vezes, entraves para conciliar nossos objetivos, especialmente, quando não sabemos lidar com essas particularidades. leia mais


Arrogância, sinônimo de poucas amizades

novembro 8, 2010

pessoas arrogantes tem poucos amigosA pessoa vive no egocentrismo como se todos os outros existissem somente para servi-la.

Um bom relacionamento não se faz apenas na atitude de checar uma lista de procedimentos num manual de operações ou seguir algumas receitas deixadas por aqueles que nos precederam. É claro que a vivência dos mais velhos será válida como ponto de referência para aqueles que ainda estão aprendendo a arte do conviver.

Em nossos convívios, nem tudo aquilo que foi um procedimento acertado para uma pessoa, necessariamente, será aplicável como uma “receita de sucesso” para outra. Aliás, quando preparamos alguma coisa, seguindo uma receita, o resultado pode até ser satisfatório, mas, sem dúvida, tende a ficar melhor quando ousamos “personalizar” o prato; seja no tempero ou na quantidade de açúcar. leia mais


O que aprendemos com a morte

outubro 29, 2010

lidar com a morte

A sensação de perda atinge tanto aqueles que viveram apaixonados como a outros, por muitos motivos, deixaram o orgulho ou a insensatez levantar “paredes” entre os seus relacionamentos.

Sabemos que ninguém viverá eternamente senão aqueles imortalizados em nossas lembranças por causa da sua história de vida. Celebramos a vida, mas a morte vem sempre a nos questionar. De maneira especial, no dia 2 de novembro lembramos daqueles que passaram por nossa vida, mas que já não estão entre nós. Muitas pessoas aproveitarão esta data para elevar suas preces ao céu em homenagem às almas que morreram na esperança da vida eterna. Outros se emocionarão ao visitar o túmulo de seus parentes e amigos. De um modo ou de outro, será a maneira de recordar a importância de alguém em nossa vida. leia mais


Vencendo as barreiras nos relacionamentos

agosto 1, 2010

as dificuldades dentro do relacionamentoQuem se abre aos relacionamentos deverá estar sempre disposto a resgatar a saúde do convívio, mesmo quando inúmeras situações indicarem a facilidade da fuga como válvula de escape.

Se não tivéssemos aprendido um pouco sobre a metamorfose das borboletas, sequer poderíamos imaginar que o mesmo inseto que esvoaça entre flores tenha sido uma asquerosa lagarta, a qual semanas antes estava rastejando pelo mesmo jardim. Foram necessários interesse e maturidade para estudar o delicado comportamento dessas lagartas, do contrário, teríamos nos empenhado no extermínio daquelas devoradoras de plantas e erradicaríamos da natureza a beleza colorida que vivifica os bosques. Uma dedicação semelhante se faz necessária para cada um de nós quando a questão envolve vidas e diferenças de comportamentos. leia mais


Aprendendo a não parar nos erros

maio 25, 2010

não parar nos erros do passadoUm relacionamento não se faz somente em função de uma pessoa, mas entre você e o outro ou entre você e um grupo de pessoas

A comunicação é a chave de todo relacionamento, mas dialogar com quem nos agrediu com  palavras ou atos, muitas vezes, vai exigir de nós mais que um esforço. Podemos prevenir muitas situações desagradáveis quando nos abrimos às vias para a troca de ideias a fim de saber o que provocou feridas no outro.
Vários motivos podem levar alguém a entrar numa discussão, e recorrer a atitudes como evitar o contato ignorando a presença da pessoa com quem convivemos – como se diz popularmente: “dar o gelo” – não será a maneira mais adequada de se resolver um impasse. Continue lendo »


O poder de um super-homem

novembro 7, 2009

superhomem0Muitos homens se enveredam pelos caminhos da depressão, quando experimentam o fracasso exatamente naquilo que pensava ter o controle.

No convívio do nosso dia-a-dia percebemos que, ao contrário das mulheres, são poucos os homens que se dispõem a elogiar o desempenho ou a atitude de um colega de trabalho. Quando estes ousam reconhecer o feito do outro, quase sempre se limitam a fazê-lo por meio de poucas palavras, tais como: “Parabéns!” ou “Foi um bom trabalho!”
Talvez resistam tanto em consequência de uma disputa inconsciente e ainda primitiva – herança de seus ancestrais – disputa esta que os obrigava a garantir a supremacia dentro de seu grupo. Ao depararem com um amigo que se encontra aborrecido com alguma coisa, também reagem de maneira superficial com as palavras. Eles mal se oferecem para escutar o companheiro, mas, tentam ajudá-lo com uma outra atitude na tentativa de desviar a preocupação do colega a respeito do problema. leia mais