Não casei com minha irmã


casei.jpgSe não estivermos atentos às reconciliações, em pouco tempo, a delicadeza, os carinhos poderão afundar no fosso da indiferença.

Que desafio sedutor poderia colocar duas pessoas, completamente diferentes, para conviverem sob o mesmo teto? Juras de amor, sonhos a dois, disposição para os encontros e promessas de uma vida longa em comum, talvez fossem as semelhanças do casal apaixonado.

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Entretanto, já ouvimos, com bastante frequência, pessoas se queixando de seus casamentos, o que não deveria haver. No convívio entre duas pessoas diferentes não seria difícil de se prever alguns atritos. Mas que situações fariam com que houvesse uma transformação tão profunda a ponto de excluir do relacionamento conjugal os beijos, as carícias e a riqueza do namoro maduro? Pois alguns casais, com o passar do tempo e com o desgaste do relacionamento provocados pelas discussões, dizem conviver como irmãos.
Que força estranha paira sobre os cônjuges, que faz com que deixem de viver como casal?

Sabemos que ninguém inicia uma discussão, com quem há poucos anos fazia juras de amor, somente para tumultuar o ambiente. Entretanto, quando isso se torna corriqueiro entre o casal, poderá provocar um grande abismo no convívio. Se não estivermos atentos às reconciliações, em pouco tempo, a delicadeza, os carinhos e os cuidados, que nutriam os enamorados, impulsionando-os ao casamento, poderão ser consumidos no choque dos “gládios” das discussões ou afundar no fosso da indiferença.

No que se refere ao relacionamento conjugal, acredito que precisamos estar sempre dispostos a recomeçar, e a viver a eterna reconciliação. O diálogo é o melhor caminho para isso.Por meio de uma partilha franca e equilibrada, emerge entre o casal a disposição de ser diferente; assumindo novos propósitos, com a cooperação mútua. Ao contrário do que se possa imaginar, e ainda que fosse possível, a intimidade sexual em nada poderá contribuir para acertar, corrigir ou pacificar uma divergência.

Precisamos estar prontos para assumir o compromisso e viver as mudanças exigidas no relacionamento, para que não se percam o sabor e a beleza da vida conjugal.

Temos consciência de que, por meio do casamento, passamos a ser um com o cônjuge. Deixamos de ser “100%”, abrindo mão de “50%” de nossos hábitos, costumes, temperamentos e tudo aquilo em que havíamos sido formados, pois desejamos nos adaptar aos “50%” recebidos por parte da(o) esposo(a).

Assim, imagino ficar mais fácil entender que a parte que fará minha esposa feliz, em determinada situação, dependerá diretamente da minha disponibilidade em somar com a minha contribuição e vice-versa.

Sempre encontraremos dificuldades e desafios na vida conjugal; não obstante, tais obstáculos serão facilmente vencidos quando tivermos a certeza de contar com o apoio de quem nos ama. Ninguém se casa para viver a felicidade pela metade. Despertemos para a realidade do nosso cônjuge, que é a outra metade do “mapa do tesouro” que procuramos.

Deus o abençoe muito!

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Abraços

Dado Moura

19 Responses to Não casei com minha irmã

  1. CLEUSA disse:

    oi,querido Dado ótimo tema para ser lido e pensado junto com seus conjuges,mas o Amor n morre,ele se fortalece a cada ano….

    abraçoss

  2. eliana disse:

    Adorei esse tema e veio na hora certa, tenho 28 anos de casada e apesar de viver bem com meu marido, ja nao sinto tanta atraçao, sempre venho procurando uma soluçao, pois quero continuar casada e tenho tres filhos maravilhosos , me ajude por favor.

  3. Ligia disse:

    Estou passando por situacao semelhante a 1 ano, ja nao seu mais o que fazer, tento conversar com meu esposo, porem ele fica chateado e diz que nao quer falar sobre o assunto. Participamos da RCC, ele esta um pouco afastado. acredito que ele nao mais atracao por mim.
    O que faço…..

  4. Fabiane disse:

    Muito importante esse tema, parabéns! Isso é muito grave dentro de um relacionamento, tem que ser identificado e resolvido o mais rápido possível.

  5. Fabricio disse:

    Texto muito bom Dado, vi um video falando sobre a decisão de amar com o Marcio Mendes que gostaria de deixar aqui para quem quiser ver http://migre.me/l7ZE

  6. Mônica disse:

    BOA NOITE
    A PAZ DE CRISTO E O AMOR DE MARIA

    ME CHAMO MÔNICA, E SOU CASADA A 1ANO E 6 MESES. GOSTO MUITO DE COMENTÁRIOS DIRECIONADOS AO MATRIMÔNIO, POIS TENHO MUITO QUE APRENDER JUNTAMENTE COM MEU ESPOSO.
    GOSTEI MUITO DO TRECHO FALANDO SOBRE A PORCENTAGEM PARA CADA UM, POIS NOS LEVA A DEIXARMOS DE LADO O NOSSO EGOÍSMO E TODOS OS DEMAIS SENTIMENTOS QUE ATRAPALHAM A VIDA A DOIS. OBRIGADA E QUE DEUS O ABENÇÕE.FOI MUITO SATISFATÓRIO CONHECÊ-LO.

  7. elisabetecunha disse:

    Sábias palavras!!
    Abraço!

  8. Marister Nascimento Pereira - Feira de Santana/BA disse:

    Olá, José Eduardo! Muito legal o seu artigo. Cobro sempre do meu marido esse relacionamento de namoro entre nós. Temos 23 anos de casados e somos muito felizes. Namorar é a receita.

  9. cleyre - Teresina/PI disse:

    Fui lendo a mensagem e mergulhando fundo nela……no final só podia ser do Eduardo….parabéns mais uma vez por tocar fundo em nossos corações. Deus o abençoe.

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